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Looks do armário-cápsula de inverno: 9ª semana

E o calorzinho voltou para Belo Horizonte. Alguns dias nem precisaram tanto de casaco – eu costumo levar mais para me preparar para o ar condicionado do trabalho, e nem lá estava frio, haha. Precisava trocar a minha blusa de frio de tricô off white porque ela manchou, então, minha mãe acabou me dando uma bem parecida da Zara.

Não consegui tirar foto na terça-feira porque acordei acordei em cima da hora para correr para a fisioterapia, mas tem fotinha do sábado. :) A semana foi das calças jeans, mas não foi proposital, haha.

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Segunda-feira

Segunda: Fui com um look simplezinho pro trabalho e com a blusa de tricô, já que não estava tão frio. Mas a ironia é que, a primeira coisa que fiz na hora do almoço foi sujar a blusa. Comprei pra trocar uma manchada e acabei sujando a nova… affff… Mas tá tudo bem, lavei e saiu. Foi só um susto.

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Categorias: Cotidiano

Em busca de um armário minimalista #4

Chegar na 9ª semana de experiência do armário-cápsula traz bastante aprendizado, e isso não poderia ser diferente. A praticamente 3 semanas de acabar o inverno, algumas coisas acabei percebendo sobre a experiência. Li alguns textos e vi alguns vídeos sobre o método e consumo consciente, interpretei para a minha realidade e esclareci vários pontos sobre o processo.

Bom, a minha experiência está com o saldo bem positivo por enquanto, haha. Durante alguns poucos dias ao longo das semanas, cheguei a enjoar do meu armário. Olhar e pensar “nossa, não quero usar nada disso”, mas não é um sentimento que dura muito tempo. A empolgação de fato permanece nas primeiras semanas, no primeiro mês do desafio. Conforme os dias vão passando, senti que fui me acostumando com as peças e tentei usá-las com várias combinações diferentes para não cansar.

Estou num período da minha vida (profundo, haha) que tenho olhado bastante para mim mesma. Já falei aqui das minhas idas à fisioterapia, aulas de yoga e o acompanhamento com uma terapeuta. Esse ano, me voltei quase completamente para mim mesma e estou tentando me compreender melhor, do lado de dentro e do lado de fora. É bem curioso, porque parece que aprendo cada vez mais sobre mim mesma.

E o aprendizado vai muito além das minhas escolhas para vestir, ele compreende desde o conhecimento sobre os limites do meu corpo até a minha reação às frustrações ou discussões. Esse ano está sendo bastante enriquecedor e têm melhorado bastante a forma que eu me trato e me relaciono com as outras pessoas. Claro que rola uma insegurança monstra às vezes, dúvidas sobre o futuro… Mas, né, nada mais normal do que sentir isso de vez em quando.

Engraçado como uma coisa vai levando à outra, né? Querer desapegar, deixar a vida mais leve e contribuir para que o mundo seja um lugar melhor para viver. Tudo o que tenho vivenciado ao longo dos anos – como o feminismo, o low/no poo, o armário-cápsula, a yoga, a terapia… – tem me ajudado a ser uma pessoa melhor com os outros e comigo mesma, principalmente. Tem sido uma viagem e tanto, haha.

Bom, então é isso. Queria muito saber de vocês que também estão nessa empreitada do armário-cápsula. O que ele mudou na vida de vocês? Viram mais vantagens ou desvantagens?

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Looks do armário-cápsula de inverno: 8ª semana

Essa semana eu fui super empenhada! Só não tirei foto na segunda-feira porque estava no Rio de Janeiro (como falei no post passado) e só cheguei em Belo Horizonte de tarde. Fora isso, tirei fotos de todos os dias, até finais de semana.

E eu que estava com medo do tempo começar a ficar super quente, hein? O início da semana passada foi bem pelo contrário: bem frio de manhãzinha e de noite. Acabei usando meus casacos tranquilamente, haha.

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Terça-feira

Terça: Não usava o coturno há muito tempo, então decidi tirar a poeira dele um pouquinho. Ele tá meio ~caindo aos pedaços~, mas continua confortável e uma lembrança legal da minha viagem pra Buenos Aires com o namorado. :)

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Categorias: Filmes / Séries

10 motivos para você ver Sense8

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Depois de fazer um post mostrando os 10 motivos pelos quais você deveria assistir Orange is the New Black, aqui vou eu tentar te convencer a assistir Sense8 que, por sinal, é mais uma produção Netflix. Diferente de OITNB, não vi muitas pessoas falando sobre Sense8, então, minha curiosidade sobre a série estava mais relacionado ao destaque dela na própria interface do Netflix. A série aparecia tanto para mim que, uma hora, decidi assistir. E pronto, mais uma para eu viciar – e viciar meu namorado de quebra também.

Vamos lá: é bem complicado explicar o enredo da série, mas vou tentar. Sense8 fala sobre 8 pessoas ao redor do mundo que não se conhecem, mas conseguem se comunicar entre si, os chamados sensates. Aos poucos, eles percebem que estão mental e emocionalmente ligados uns aos outros, permitindo que cada um tenha acesso às habilidades dos outros – seja falar alemão, lutar, dirigir, mentir… – e também vivencie o que os outros estão sentindo, ouvindo e vendo, por mais distantes que estejam.

E eles conseguem perceber isso de uma hora para outra, então, imagina só que louco ouvir um barulho de chuva sendo que na sua cidade está um sol de rachar? Ou escovar dente e ver o reflexo de um policial se barbeando no espelho? Por causa dessa descoberta, o início da série pode parecer um pouco confusa. Mas, né, olha que trabalhão explicar a história de 8 personagens em uma só série? E eu te digo: não desista. Vai valer a pena. :)

1 – Diversidade

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O que mais me chamou a atenção de cara na série foi a diversidade dos personagens. Não só físicas, mas também as diferenças culturais, de realidades, de histórias. Para mostrar da melhor maneira, preciso enumerar os 8 personagens principais dessa história:

  • Will, um policial americano super protetor que mora em Chicago, EUA.
  • Capheus, um motorista de van corajoso que mora em Nairóbi, Quênia.
  • Sun, uma coreana que é lutadora e filha de um empresário que mora em Seul, na Coréia do Sul.
  • Kala, uma farmacêutica hinduísta que mora em Mumbai, na Índia.
  • Nomi, uma hacker e ativista trans que namora com a maravilhosa Amanita e mora em São Francisco, EUA.
  • Riley, uma DJ islandesa que se mudou para Londres, Inglaterra.
  • Wolfgang, um alemão mestre em arrombar cofres que mora em Berlim, Alemanha.
  • Lito, um ator gay que mora na Cidade do México, México.

Todos eles têm a mesma idade e nasceram no mesmo dia. Um dos trunfos do seriado é levantar várias questões que cercam a intolerância e a ignorância sofrida pelas minorias. Então, vemos o drama que Nomi passa com a sua família, o medo de Lito ser “descoberto” gay pela mídia, o machismo enfrentado pela Sun e o preconceito religioso que Kala precisa aguentar do sogro. Essas questões estão intimamente ligadas com o próximo item.

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