Categorias: Internet

Favoritos dos últimos tempos: documentários, ansiedade e vulvas

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  1. 19 documentários impressionantes que você pode ver na Netflix: A Netflix não é feita só de séries! Eles têm um cardápio muito legal de documentários também. Por isso, esse post do Buzzfeed pode te ajudar na hora de escolher um para assistir em casa. ;)
  2. 21 dicas de livros para pensar sobre feminismo: Além de aumentar a sua lista de séries, tô aumentando a sua lista de livros – como se a gente não tivesse uma fila enorme o suficiente, né? Hahaha! Ah, e essa é a segunda parte, com ainda mais livros. Já adicionei alguns ao meu Kindle!
  3. O que é ‘pós-verdade’, a palavra do ano segundo a Universidade de Oxford: Um dos textos mais interessantes que li essa semana. Adoro ver qual palavra a Universidade de Oxford elege para cada ano e a de 2016 resume muita coisa que fez parte do nosso cotidiano – desde boatos espalhados pelo WhatsApp até matérias falsas no Facebook. Vale a pena ler!
  4. Como escrever melhor: autores compartilham suas experiências: Dicas de escritores são sempre bem-vindas. Então, se você, como eu, também gosta muito de escrever, vai poder aproveitar as sugestões de quem já está nesse ramo há um tempão.
  5. Precisamos falar sobre ansiedade: Você também sofre de ansiedade? Então esse texto vai ser um abraço quentinho na alma. :)
  6. Correio eletrônico: Acho incrível que as newsletters têm começado a ficar na moda. Muita gente que admiro começou a mandar textos direto para a caixa de e-mail e, nesse post, há algumas indicações bem legais.
  7. Beleza Interior? A Misteriosa Síndrome dos Caras “Feios” com Minas Gatas na Cultura Pop: Um post extremamente pertinente sobre uma das coisas que me incomoda na indústria tanto cinematográfica quanto de séries.
  8. Vulvas: Shapes, sizes and misconceptions: Textinho em inglês sobre a diversidade da estética das vulvas – e como a pornografia ajuda a acabar com a nossa autoestima nesse quesito.

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Categorias: Cotidiano

Só um desabafo

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A TPM me deixa à flor da pele. Coisas que costumam passar com um certo impacto sobre mim parecem me derrubar mil vezes mais. E, nessa semana, tive a brilhante (só que não) ideia de ler um livro e assistir a um filme que demonstram a toxicidade de uma sociedade patriarcal.

O livro em questão, cuja leitura já se alonga por algumas semanas, é O Amante, de Marguerite Duras. Em suma, diz-se que esse é o livro mais autobiográfico da autora, onde conta sobre a sua iniciação sexual, aos 15 anos, com um rico chinês de Saigon. Ainda estou caminhando na história, mas as partes árduas já aparecem logo no início. A mãe conservadora e o irmão possessivo, drogado e cruel tornam a narrativa difícil de se passar ilesa.

A narrativa, que me deixa triste sempre que a retomo, somou ao filme que assisti nessa terça-feira: A Garota no Trem, baseado no best-seller de Paula Hawkins. O filme ainda está no cinema e não quero soltar spoilers grandes, mas a trama gira em torno de uma tragédia paralela a episódios horripilantes de gaslighting. O termo gringo significa nada menos do que homens que manipulam informações na intenção de fazer com que a mulher comece a duvidar de sua memória e até da sua sanidade mental. O (infelizmente) clássico caso do “você está louca”. Um abuso psicológico dos mais cruéis.

Durante o filme, me comportei como uma verdadeira aquariana com ascendente em peixes. Fiquei revoltada e caí no choro agarrada aos meus ideais, como uma criança abraçando o bichinho de pelúcia. Dói quando a realidade aparece tão escancarada assim. É muito mais confortável do lado de cá do muro de privilégios. Nunca passei por algo tão intenso, mas chorei como se tivesse acontecido com a minha melhor amiga.

Só consigo pensar em todas as mulheres que passam por experiências como essas ou ainda piores. Me sinto inútil – da mesma maneira que me senti ao ler As Boas Mulheres da China. A vontade de mudar o mundo cedeu o lugar para uma sensação horrível de impotência, e eu só precisava sentar no computador e desabafar um pouco.

Não sei até que ponto qualquer um dos meus textões sobre feminismo no Facebook ou no blog impactam alguém. Só sei que eles me ajudam demais a organizar as ideias e a não entrar em parafuso. Ainda assim – e por mais que eu saiba que não existe resposta – eu só fico me perguntando: por que os seres humanos são assim?

Categorias: Internet

Coisas que andei desejando #7

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  1. Esse pin: tô amando demais esses pins engraçadinhos para colocar em jaquetas e mochilas. Esse é dessa loja, e lá tem vários fofos – mas o preço é daquele jeito, né, pouco barato, haha. Mas que dá vontade de comprar um de cada, isso dá! <3
  2. Essa ilustração: quero colocar essa ilustra linda aqui na parede de casa! Apaixonei!
  3. Esse quarto: branco + tons pastel + madeira + pelúcia = um cantinho super aconchegante. Vocês viram a luminária, que graça? Já quero!
  4. Essa lingerie: simplesmente apaixonada por esse conjuntinho de lingerie da Stella McCartney. Quanta delicadeza! Stellinha arrasa até nas lingeries, fala sério.
  5. Esse truque: amarrar a bandana no tornozelo. Incrível essa ideia! O tecido precisa ser bem fluido e tem que amarrar numa altura que a bandana não fique arrastando no chão, né? O que vocês acharam? Usariam?
  6. Essa camiseta: bom, além da camiseta do Blondie, queria muito SER a Audrey Tautou. Ô mulher maravilhosa, meu Deus!
  7. Essa ilustração: sou fã do trabalho da sul coreana Henn Kim. Ainda falo mais sobre ela aqui. ;)
  8. Essa maquiagem: um marrom clássico esfumado com um toque cobre embaixo. Que amor, queria ter essa habilidade toda na maquiagem, haha!
Categorias: Estilo

3 dicas para você descobrir mais sobre seu estilo

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Descobrir o próprio estilo não é uma tarefa fácil para muitas pessoas. Especialmente se você não parou para pensar sobre isso durante um tempão e foi simplesmente comprando peças no calor do momento – e, agora, tem uma coleção de itens que não combinam entre si ou com você mesma. Isso é muito comum, porque temos o costume de levar a coisa no piloto automático, esquecendo que o processo de compra também pode ser um ato consciente.

Para te ajudar nessa própria descoberta de estilo, separei 3 dicas. Elas vão te ajudar refletir sobre si mesma e podem servir de guia nessa construção de um armário que seja mais a sua cara. Bora lá? :)

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