No Flickr: Elisa Azevedo

A sensibilidade de Elisa Azevedo encanta. Ela é de Portugal, tem 18 anos e começa a calcar a sua caminhada pela fotografia. Encontrei o seu trabalho no Tumblr e fiquei apaixonada. Separei as minhas preferidas que encontrei no seu Flickr.

Para continuar seguindo, ela também tem um tumblr pessoal. :)

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Sunday Links #18

Depois de mais de um mês sem a link party do Teoria Criativa, venho aqui pedir desculpas pra todo mundo que esperou… e esperou… e esperou… e nada de post. Vou fazer o possível para manter a regularidade – domingo sim, domingo não – e não abandonar essa seção que eu gosto tanto no blog (e vocês também! :D).

Hoje, domingo de eleição, prometo não me prolongar no assunto, porque já sei que vocês estão saturados disso. Mas aqui no meio tem um link que eu acho de extrema importância para botarmos a mão na consciência. Enfim. A partir de agora, vou dar férias indeterminadas à gatinha-propaganda do Sunday Links, hahaha. Quero tentar um novo formato, espero que ela não fique chateada. :P

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• Is this the end of fashion blogging?
Em um estudo recente feito com 1.500 mulheres mostrou que elas já não se interessam tanto por blogs de moda. Elas preferem ver receitas, dicas de saúde e tutoriais de faça-você-mesmo para casa, antes de qualquer conteúdo fashion. Nesse link, a autora mostra (em inglês) como é importante ir além da superficialidade – e reforça o quanto é importante ser transparente e coerente com os leitores.

• O que o amor (e as eleições) tem a ver com isso?
O único link sobre eleições da lista é muito mais sobre violência contra a mulher do que qualquer outra coisa. Seja cantora, atriz ou até presidenta da república, todas nós estamos suscetíveis a sofrermos com isso.

• Ashish – summer/spring 2015
Muito se falou no desfile ~passeata~ da Chanel, mas ninguém mencionou essa iniciativa bem legal da marca Ashish, que só colocou modelos negras na passarela. O desfile conta, inclusive, com um exemplo para todas nós, a Chantelle Winnie (ou Winnie Harlow), que é portadora de vitiligo.

• Papel de parede personalizado
Aprenda a fazer um papel de parede com as suas fotos em molduras de polaroids. Fiquei morrendo de vontade de fazer igual!

• 5 sinais de que é hora de você viajar sozinho
Ainda não viajei totalmente sozinha, mas é um dos meus sonhos. Esse post foi um belo incentivo pra mim – quem sabe ele não é útil pra você ou para alguém que você conhece também. ;)

• Guia da tatuagem: onde dói mais e por quê?
Tatuagem dói, get over it. Mas claro que há lugares mais tranquilos e outro bem mais tensos de se tatuar. Esse post da Revista Galileu é ótimo para tirar as suas dúvidas quanto à dor. Além disso, dá umas dicas boas para se preparar para os rabiscos.

• Teste de Bechdel: 12 filmes em que as conversas entre mulheres não são sobre homens
Depois que descobri o Teste de Bechdel, nada mais foi o mesmo pra mim. Não consigo me conformar que algumas produções cinematográficas atuais não coloquem sequer duas mulheres, com nomes, falando sobre coisas que não são homens no roteiro (acho que muito por causa disso tenho evitado ir ao cinema). Por isso, aí vão 12 filmes legais que possuem diálogos relevantes entre mulheres. Aposto que você já viu alguns deles.

• Porque guias de forma corporal são ruins para as mulheres.
Você tem formato de pêra, uva, maçã ou salada mista? Bom, eu sempre achei essas determinações do formato do nosso corpo uma bela chateação e o Não Sou Exposição explicou bem o que eles são: “Eles ditam rótulos inúteis e nocivos, trancam o corpo da mulher numa pilha de categorias, ditam regras rígidas para vestimentas e fazem todo mundo – não importa o formato – se sentir desconfortável em relação ao seu tamanho.” Vale muito a pena a leitura!

Editorial de moda inspirado em Acossado

Acossado é um filme do franco-suíço Jean-Luc Godard, um dos principais nomes da nouvelle vague. O movimento artístico foi conhecido por transgredir as regras do cinema comercial na segunda metade do século XX.

Para a edição de fevereiro deste ano da revista Marie Claire, o fotógrafo David Mandelberg fez um editorial lindamente inspirado na estética do filme. E é impressionante a semelhança dos modelos com os atores do filme. Olhem só que lindeza:

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Tentando equilibrar corpo e mente: minha primeira experiência com yoga

E então comecei a fazer yoga. É, meio assim, do nada. A verdade é que eu queria, há muitos anos, começar a praticar, mas só agora consegui. Eu sempre tinha desculpas para não fazer, como “não tenho tempo”, “não tenho dinheiro”, “não conheço nenhum estúdio aqui por perto” e por aí vai.

Há umas semanas, fui resolver algumas coisas perto da minha casa e vi um banner numa galeria anunciando um novo estúdio de yoga. Anotei o telefone e fiquei de ligar. Passou um tempinho e eu tinha esquecido completamente que tinha anotado o telefone. Fui lembrar só na semana retrasada – bom, pelo menos lembrei, né? E marquei uma aula experimental para segunda-feira da semana passada.

A aula era às 17h e a professora pediu para eu não comer nada depois do almoço, só tomar um suco. Fora isso, eu não sabia o que esperar. Nem roupa de academia eu tenho! (quem me conhece, sabe que eu abomino academia, e por isso não vejo por que comprar roupas para tal) Acabei pegando uma legging preta qualquer e uma blusa mais larguinha. Coloquei um sutiã confortável, já que eu não tenho top, e fui.

A professora tem 20 anos de experiência em dar aulas e eu me senti bastante acolhida. Percebi que o meu histórico com balé, mesmo que distante, me ajudou muito quanto à elasticidade durante as posições. Em contrapartida, eu percebi o quanto ainda preciso trabalhar a resistência do meu corpo. Isso vem com o tempo e com a prática. Como a minha própria professora diz: devagar e sempre (algo assim). Ou seja: é treinar bastante, no seu ritmo, mas sem parar, porque senão o corpo acostuma à inércia de novo.

yoga

Além dos ensinamentos corporais, o yoga também vem com uma bagagem enorme de reflexões. Reflexões essas principalmente sobre nós mesmos, que englobam a vida como um todo, tanto questões emocionais quanto profissionais e espirituais. Acho que a yoga é o mais próximo que estou chegando de alguma prática religiosa.

Já fui a 3 aulas e, por serem diferentes umas das outras, venho aprendendo diferentes maneiras de desafiar a mim mesma e meu corpo. Claro que algumas posições são mais tranquilas, até por causa do histórico de balé que falei acima, mas outras parecem requerer um equilíbrio incrível – inclusive da mente.

Estou gostando bastante e acho que foi uma das melhores coisas que fiz para cuidar de mim mesma nos últimos tempos. Esse é um investimento egoísta, mas que é essencial para nos relacionarmos bem com o resto do mundo. Estou avançando e pretendo avançar ainda mais com a prática. E pois é, eu não esperava gostar tanto de algo como gosto de yoga.

Vocês sabem como é essa sensação? Quero saber a experiência de vocês! :)

Imagens: Free People.