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10 motivos para você ver Sense8

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Depois de fazer um post mostrando os 10 motivos pelos quais você deveria assistir Orange is the New Black, aqui vou eu tentar te convencer a assistir Sense8 que, por sinal, é mais uma produção Netflix. Diferente de OITNB, não vi muitas pessoas falando sobre Sense8, então, minha curiosidade sobre a série estava mais relacionado ao destaque dela na própria interface do Netflix. A série aparecia tanto para mim que, uma hora, decidi assistir. E pronto, mais uma para eu viciar – e viciar meu namorado de quebra também.

Vamos lá: é bem complicado explicar o enredo da série, mas vou tentar. Sense8 fala sobre 8 pessoas ao redor do mundo que não se conhecem, mas conseguem se comunicar entre si, os chamados sensates. Aos poucos, eles percebem que estão mental e emocionalmente ligados uns aos outros, permitindo que cada um tenha acesso às habilidades dos outros – seja falar alemão, lutar, dirigir, mentir… – e também vivencie o que os outros estão sentindo, ouvindo e vendo, por mais distantes que estejam.

E eles conseguem perceber isso de uma hora para outra, então, imagina só que louco ouvir um barulho de chuva sendo que na sua cidade está um sol de rachar? Ou escovar dente e ver o reflexo de um policial se barbeando no espelho? Por causa dessa descoberta, o início da série pode parecer um pouco confusa. Mas, né, olha que trabalhão explicar a história de 8 personagens em uma só série? E eu te digo: não desista. Vai valer a pena. :)

1 – Diversidade

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O que mais me chamou a atenção de cara na série foi a diversidade dos personagens. Não só físicas, mas também as diferenças culturais, de realidades, de histórias. Para mostrar da melhor maneira, preciso enumerar os 8 personagens principais dessa história:

  • Will, um policial americano super protetor que mora em Chicago, EUA.
  • Capheus, um motorista de van corajoso que mora em Nairóbi, Quênia.
  • Sun, uma coreana que é lutadora e filha de um empresário que mora em Seul, na Coréia do Sul.
  • Kala, uma farmacêutica hinduísta que mora em Mumbai, na Índia.
  • Nomi, uma hacker e ativista trans que namora com a maravilhosa Amanita e mora em São Francisco, EUA.
  • Riley, uma DJ islandesa que se mudou para Londres, Inglaterra.
  • Wolfgang, um alemão mestre em arrombar cofres que mora em Berlim, Alemanha.
  • Lito, um ator gay que mora na Cidade do México, México.

Todos eles têm a mesma idade e nasceram no mesmo dia. Um dos trunfos do seriado é levantar várias questões que cercam a intolerância e a ignorância sofrida pelas minorias. Então, vemos o drama que Nomi passa com a sua família, o medo de Lito ser “descoberto” gay pela mídia, o machismo enfrentado pela Sun e o preconceito religioso que Kala precisa aguentar do sogro. Essas questões estão intimamente ligadas com o próximo item.

2 – Empatia

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Cada um consegue sentir exatamente o que o outro está sentindo. Ficam com raiva, tristes, alegres, empolgados e até de TPM. Talvez “empatia” não seja a palavra certa para descrever, porque eles realmente sentem os sentimentos dos outros, e não apenas tentam se colocar no lugar, mas acho que conseguimos fazer assim a comparação. Em um momento da série, chega a ser lindo quando o Will percebe o quanto a Nomi realmente ama a sua namorada, a maravilhosa Amanita. Ele sabe, ele sente esse amor de verdade – se enxerga no lugar dela e entende o quanto a Amanita é importante para ela.

E isso vale tanto com as coisas boas quanto com as ruins. Todos sentem medo quando um deles está em perigo. É mais do que se colocar no lugar do outro, é ser o outro. E isso traz uma lição importante para nós, meros mortais: para nós, algo pode não ser lá grande coisa, mas para determinada pessoa é, então, respeitemos, afinal, não sabemos o que a pessoa está passando. E não é porque não é com a gente que não devemos nos solidarizar.

3 – “Você não é mais apenas você”

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Essa é a frase-tema da série, que traz à tona o que é essa aventura. Os sensates não podem pensar apenas em si mesmos individualmente, afinal, cada um impacta outras 7 pessoas ao redor do mundo. Eles pensam uns nos outros e praticam a empatia para que todo mundo no final fique bem. E isso é o máximo, porque, se pararmos para pensar, nós mesmos não somos apenas nós mesmos. As nossas atitudes e ações podem impactar bastante a vida de outra pessoa, sem mesmo que tenhamos conhecimento disso.

4 – Mulheres fortes pra caramba

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Tanto as sensates quanto as moças do elenco de apoio são incríveis. É difícil decidir qual das personagens é a nossa favorita, todas elas ganham a nossa admiração. Com histórias pra lá de complexas, elas têm personalidades bastante distintas e se destacam pela sua força. São personagens nada óbvias e que trazem relevância e riqueza à série. É muito bom poder ver a pluralidade sendo representada. Apesar de achar que ainda falta uma personagem gorda, penso que o seriado traz um discurso inédito em relação à diversidade das mulheres, quase como OITNB.

5 – Quebra de preconceitos

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Um casal gay é casal como qualquer outro, com alegrias do dia a dia e com problemas a serem resolvidos. Uma mulher trans pode ser lésbica, já que a identidade de gênero nada tem a ver com a orientação sexual. O casamento não é um sonho de todas as mulheres indianas. Nem todo policial é brutamontes e insensível. “África” não é um país, é um continente – existem vários países dentro dele e classificar todos apenas como “África” é ignorar a pluralidade de povos e tradições. Várias dessas quebras de preconceitos acontecem ao longo da série e nos ensinam muito. E, por mais que tenhamos bastante consciência sobre as coisas, sempre podemos aprender mais sobre tolerância e abrir os horizontes. Afinal, o preconceito tá lá dentro, enraizado, e estamos constantemente desconstruindo.

6 – É sobre pessoas

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Não estamos falando de super-heróis com superpoderes. Estamos falando de histórias de pessoas completamente diferentes que, em um dado momento, começam a se conectar de alguma forma e se ajudam mutuamente. Nenhuma delas sabe voar ou tem a intenção de salvar o mundo. São pessoas comuns, como eu e você, que precisam primeiro tomar café da manhã e escovar os dentes antes de ir trabalhar. Que precisam primeiro resolver os próprios problemas para resolver os dos outros – ou que simplesmente ignoram os próprios problemas para ajudar o próximo. Mas, claro, como toda boa série, conseguem transformar até as coisas mais simples em algo interessante. Como um sexo a dois virando um grupal de uma hora para outra. Só vendo mesmo para entender, haha.

7 – É cabeça aberta

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Dia desses, quando estava vendo comentários em páginas do Facebook sobre Sense8, li algo assim: “a série é boa, apesar do apelo gay”. Cara, esse seriado não foi feito para pessoas como você. Se alguém chega a se incomodar com isso, então para de jogar e volta 10 casas. Quem ainda não tem um repertório sobre a luta das minorias, não vai conseguir se conectar com muita coisa ali. Não é uma série para homens que tem nojinho de verem outros homens ou outros tipos conservadores. É para pessoas que têm o coração e a cabeça abertos para novas configurações de casal, de relacionamento, de mulher e de amor. É para quem cansou de produções feitas para a tradicional família brasileira.

8 – Locações lindas

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A série foi filmada em diversos lugares do mundo e isso resultou em tomadas incríveis dos lugares mais diversos. Desde o Festival das Cores na Índia até as montanhas geladas na Islândia, sempre vamos suspirar pelas locações escolhidas.

9 – Essa música

Vai lá ver a série para entender. ;)

10 – Tá logo ali, na Netflix

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A série já tem sua primeira temporada lançada pela Netflix (para a alegria de toda a nação ainda confirmou a segunda temporada) e é escrita, produzida e dirigida por Andy e Lana Wachowski, os mesmos criadores de Matrix. Confesso que esse fato me deixou meio receosa, porque não curto muito o filme… Mas ó, te falo, a série é puro amor e mesmo quem não manja dos paranauês da ficção científica vai gostar. É também uma chance maravilhosa de conhecer mais sobre outras culturas ao redor do mundo (acho que esse fato merecia destaque, mas são só 10 motivos, né).

Bom, é como a Jout Jout disse: “eu não consigo lembrar o que estava fazendo de tão importante que eu não estava vendo essa série”. E a sensação é exatamente essa: como assim posso ver uma série dessa e eu estou aqui, fazendo qualquer outra coisa que não seja ver a série? Então vai lá, miga, e depois volta me dizendo se é ou não é maravilhosa.

 

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37 comentários

  1. Paola Alves 13 de agosto de 2015
    às 11:16

    Gabi, é você que vai me ajudar <3 Dia desses vi umas cenas pelo snapchat do Hugo Gloss que mostrava um parto, muito sangue e alguém fazendo um corte numa pessoa (tipo mostrando o corte). Sou bem fraca pra essas coisas e fiquei com receio de ver a série por causa disso HAHAHA! Você sabe se mostra essas coisas mesmo? =X http://simsemfrescura.blogspot.com.br/

    1. Gabi Barbosa 13 de agosto de 2015
      às 17:56

      HAHAHA! Tem partes assim mesmo, mas só no final. Não posso falar muito, mas chega a ser bem interessante e divertido em certos momentos. Nada que traumatize ninguém, hahah. Tá num ~contexto~ da série.

  2. aline 13 de agosto de 2015
    às 11:39

    essa série é maravilhosa. fiquei deprimidíssima por ter acabado a primeira temporada tão rápido :/

    1. Gabi Barbosa 13 de agosto de 2015
      às 17:57

      Super verdade, Aline! Eu estava tentando ir devagar para não acabar tão rápido, mas foi em vão. Vi tudo super rápido e agora só ano que vem. T_T

      1. ☾ LUA ☾ 29 de agosto de 2015
        às 21:27

        Tô sentindo a mesma dor de vcs, acabou super rápido, aguardando a segunda temporada!

  3. Jéssyka 13 de agosto de 2015
    às 11:55

    Oi, Gabi! Acho que foi o melhor artigo até agora que eu li e realmente passa a série em si pra pessoa. Logo quando estreou, eu assisti a primeira temporada em dois dias. Não tem como não se apaixonar pela série <3

  4. Julis 13 de agosto de 2015
    às 11:55

    Gabi, vc escreve maravilhosamente bem sobre séries (eu adorei o OITNB tbm qdo li), e como te disse: no começo eu não tinha gostado, mas tou amando! Hoje vou ver se assisto mais dois episódios

  5. Maki 13 de agosto de 2015
    às 12:31

    Eu fiquei tão viciada na série que vi a temporada inteira em dois dias! Que série maravilhosa, minha gente. É muito amor mesmo e eu fiquei apaixonada por todos os personagens! Pra mim, o Lito é o mais engraçado. E eu shippo demais o Wolfgang com a Kala <3 (e a Nomi com a Amanitta é muito amor, ponto).

  6. Samila 13 de agosto de 2015
    às 14:38

    Assisti os três primeiros episódios e detestei num nível de querer aquelas horas da minha vida de volta. Vou dar uma nova chance, não é possível que não melhore, com esse auê todo.

  7. Wanila 13 de agosto de 2015
    às 14:41

    Ai meu Deus essa música. <3 Eu ainda não tinha assistido, mas você conseguiu me convencer!

  8. Náthaly Himmel 13 de agosto de 2015
    às 16:06

    Nunca vi alguém explicar tão bem sense8. Realmente é uma série apaixonamente! Um grande abraço, Himmel <3

  9. Agata 13 de agosto de 2015
    às 16:57

    Amo Sense8 e gostei do post. Só achei que a imagem 2 é meio spoiler, non?

  10. Pablo 13 de agosto de 2015
    às 18:54

    Assisti a série quase que numa semana só! É extremamente confusa, mas do tipo que prende a atenção da gente. Os personagens são demais! Riley s2

  11. Renata 13 de agosto de 2015
    às 19:02

    Antes de assistir a série eu vi um vídeo (que já não lembro de quem era) falando super mal, dizendo que era super clichê, que era feita de frases de efeito e mais um monte de coisas. Comecei a assistir com os dois pés atrás, mas gostei muito do que vi. De fato existem muitas frases de efeito, mas achei que casam perfeitamente com a proposta da série, sabe?!
    Já me apaixonei e fiquei MUITO chateada de ter poucos episódios na primeira temporada porque a gente sabe que para chegar a segunda vai levar uma vida e até lá não sei o que fazer. hahaha

  12. Amanda Prado 13 de agosto de 2015
    às 19:17

    Sempre que vou ver qualquer notícia sobre essa série, logo nos comentários tem no mínimo uns dois imbecis falando sempre “ah essa série poderia até ser boa se não apelasse tanto pra agenda gay, parece que querem forçar esses personagens na gente e aí não focam na história”. Sobe uma raiva em mim, tenho que me controlar muito pra não xingar a criatura hahahaha. Como se dois (2) personagens não-hétero de oito (8!!!) fosse apelar. Tá foda a vida pra essas pessoas, daqui a pouco não vão poder consumir mais nenhuma mídia haha. Devorei Sense8 em dois dias, mal posso esperar pela segunda temporada. Estou doida pra saber o que vai acontecer com a Sun. <3

  13. Bruna 14 de agosto de 2015
    às 09:26

    Meu namorado já me disse para assistir essa serie umas mil vezes! Eu ainda não tive como começar, mas quero em breve. O que ele mais comenta sobre a serie é como ela trata de assuntos como homossexualidade de forma natural e não coisa do outro mundo. Eu mandei seu post pra ele e recebi de volta “Assisti logo essa porra!” hahahaha

  14. Re Vitrola 14 de agosto de 2015
    às 11:54

    Eu curti muito. Não é minha série favorita, e assisto/assisti séries bem melhores e mais empolgantes, mas eu acho que sense8 trabalha muito esse desprendimento de coisas fazerem sentido, de ter uma história certinha pra contar de tudo. E ainda assim, tudo “flui”, é como se fosse algo inusitado, porém te apresentado de forma tão leve que quando você se dá conta, se torna a coisa mais simples do mundo . E isso é muito legal. Eu assisti tudo assim que lançaram e já tô ansiosa pela segunda temporada!

  15. Manu Monjardim 14 de agosto de 2015
    às 13:18

    Caramba, adorei esse post! :D

  16. Marta 14 de agosto de 2015
    às 23:05

    OK OK na verdade você já tinha me convencido no item 1 mas depois disso tudo eu vou lá ver, prometo!

  17. BA MORETTI 15 de agosto de 2015
    às 18:48

    assim me acabas a vida. tô aqui tentando não me jogar em mais nenhuma série (e com várias aguardando tempo livre) porque né, vestibular tá aí. mas ae cê me joga uma bomba dessa e agora vou ter de tirar um dia pra devorar essa série também HAHAHAHA ♥

  18. Luana 16 de agosto de 2015
    às 00:31

    Vejo falarem tão bem dessa série que joguei na minha lista de próximas, mas o post tá tão incentivador que vou ter que passa-la na frente das outras! hahahaha

  19. Ana Paula camina 16 de agosto de 2015
    às 08:25

    Adorei o post! AMO a série pelos mesmos motivos que você escreveu.
    Adoro seu uma série “mente aberta”, sem preconceitos e lidando com as culturas e diferenças de forma natural.
    Ansiosa pela próxima temporada!!! <3

  20. manie 16 de agosto de 2015
    às 18:46

    muita gente me indicou essa série.
    eu, que nunca assisti nenhuma, to animada pra ver essa. só falta criar continha no netflixxx! sinto que não vou me arrepender.

    ps: adorei o que disse no item 7: “então para de jogar e volta 10 casas”. EXATAMENTE ISSO! heteros podem se comer livremente, mas quando tem gente do mesmo sexo se pegando, tá errado. mas que coisa né?

    saudade daqui. adoro seu blog! beijo!

    http://www.pe-dri-nha.blogspot.com

  21. Mãndy 17 de agosto de 2015
    às 12:54

    Sense 8 é muitoo bom, muito bem feita em todos os sentidos, já tenho meus personagens preferidos, quais são os seus gabi?
    # ansiosa pra próxima temporada já!
    hahaha

    1. Gabi Barbosa 17 de agosto de 2015
      às 13:51

      É tão difícillllll que escolher, Mãndy! Hahahaha! Acho que a Sun, o Capheus, o Wolfgang e a Kala! E os seus?

      1. Mãndy 19 de agosto de 2015
        às 13:06

        Magicamente os mesmo! haha Mas depois do último episódio estou morrendo de amores pelo Wolfgang haha

  22. Flavi 18 de agosto de 2015
    às 23:54

    Eu assisti tão rápido e fiquei tão envolvida. Tô triste que terminei com dois dias :(

  23. Flavi 18 de agosto de 2015
    às 23:55

    E sobre empatia, eu pensei a mesma coisa. Legal que conseguiu colocar aí o que eu pensei também. haha

  24. Alisson SOUSA 22 de agosto de 2015
    às 19:47

    E sério, comecei a assistir a serie depois que eu vi esse post e agora que terminei, estou desesperado pela segunda temporada. Só vai sair próximo ano e Whats Up. não sai mas da minha mente ( <3 )

  25. Juliana Rabelo 23 de agosto de 2015
    às 01:33

    Gabi, concordo com todos os pontos que você escreveu, mas preciso comentar que fiquei um pouco decepcionada com alguns pontos da série; alguns episódios tem cenas muito não-críveis, e aquele cara perseguindo eles é uma “ação” meio boba, pra mim. Além disso, fico agoniadíssima com séries que demoram muito pra explicar as coisas, e várias coisas de sense8 só foram esclarecidas nos dois últimos episódios :S

    Eu amei a diversidade dos temas e dos personagens, e quero ver como vai ser essa segunda temporada. Aparentemente é uma série com um desenrolar mais lento, daquelas que pegam a gente (também) pela curiosidade.

  26. Paloma Sarti 25 de agosto de 2015
    às 02:48

    Eu comecei a ver essa semana, e estou amando!!! Obrigada pela indicação. bjos

    1. Gabi Barbosa 25 de agosto de 2015
      às 10:42

      Ebaaaa! Que bom! :D

  27. Ana Rodarte 25 de agosto de 2015
    às 10:01

    Eu cheguei aqui super tarde, mas cara…eu me emocionei tanto, tanto, com esta conversa entre a Nomi e o Lito no museu. Tipo, eu fiquei sentindo aqueles maus tratos que a Nomi sofreu na infância e quando ela aborda a violência contra nós mesmos, pensei nesta etapa que estou passando de me voltar um pouco mais ao que penso e quero para mim. Sabe, quantas vezes a gente teve a nossa identidade lapidada por inseguranças? Quantos amigos vemos sofrer por não poderem expressar as relações amorosas, sabe? Chorei bastante. Eu adoro o Wolfgang e a Sun! Como eu queria ter as habilidades de luta deles! E eu definitivamente quero me tornar amiga do Capheus <3 Ele tem o coração muito bom, tem um olhar muito agradecido para a vida.

  28. Thamires oliveira 5 de setembro de 2015
    às 12:51

    Eu já assisti essa série e também fiquei fasciada e viciada. Consegui viciar também mais 3 amigos. E depois de ler este post, fiquei convencida a assistir novamente, enquanto não tem 2ª temporada hahaha.

  29. Monique Químbely 13 de setembro de 2015
    às 12:32

    Esse foi um dos melhores posts que eu vi sobre Sense8, sério. Ficou muito bacana, conseguiu elencar as melhores qualidades da série. Eu gostei de Sense8 desde o primeiro episódio, e, ao contrário dos que reclamaram da confusão que dura alguns epis, a vi mais como um caos ordenado, necessário (SÃO OITO PROTAGONISTAS, PELAMORDADEUSA) e maravilhoso. Além disso, você meio que vira o nono sensate, porque em Sense8 feelings are the only facts. E os personagens secundários são ótimos também – e, gente, Poncho tá muito incrível (e muito lindo também) e a Dani é diva, a Amanita nem se fala, e mesmo o amigo do Wolfgang que de início eu não curti me conquistou. A abertura é maravilhosa, o roteiro, a produção, a direção, os diálogos… é tudo tão lindo, que dá vontade morar nessa série. E, cara, tem cada cena épica (What’s Up virou hino pra mim), não só a suruba, as partes de ação, ou a que cantam juntos em diferentes partes do mundo, mas também as que eles se encontram em dupla e geram umas coisa tão amor quanto foi a cena de Lito e Nomi no museu <3 Tô louca pra explorarem mais a vilania na segunda temporada (e ver resolverem a situação do Will, porque né).
    Abraço!
    Ps: as mulheres são divas mesmo <33
    sete-viidas.blogpot.com

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