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Buenos Aires, na Argentina

Aêêê! Finalmente venho com as fotos da viagem que eu falei aqui nesse post. Queria muito ter falado antes, mas eu sempre demoro muito para escolher as fotos e aí, geralmente, coloco uma penca de imagens porque não soube escolher quais colocar e quais deixar de fora. Nesse post, não é diferente, hahah. Buenos Aires foi a primeira viagem internacional que o meu namorado fez, então, foi bem importante.

Ficamos uma semana na cidade, de 27 de março a 3 de abril. Precisei faltar alguns dias de aula e adiantar bastante coisa no meu estágio, mas valeu muito a pena. Queríamos aproveitar as férias do Douglas para viajarmos, então, coincidimos as datas também com o show do Metallica no Estádio de la Plata. Vou colocar todas as informações (hospedagem, passagens, câmbio, transporte…) depois das milhões de fotos, tá? Quem tiver interesse, é só pular para lá!

E então vamos às fotos!

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City Bus:

A maior vantagem do City Bus é você conhecer a cidade, tirar fotos do alto e poder descer onde realmente te chamou a atenção. O segundo andar não tem teto, então, dá pra tirar fotos e sentir o vento no rosto. Gostei bastante! O preço por pessoa, um dia, é 170 pesos e você pode entrar e sair do ônibus quantas vezes quiser. Você pode procurar na internet onde eles têm ponto de parada e pagar dentro do ônibus mesmo. Você ganha um fone de ouvido e escolhe o idioma. Fiz isso em Londres e me arrependi, queria ter passeado pela cidade e tal… mas achei que valeu a pena ter feito isso em Buenos Aires. Não sei porque, não me perguntem, hahaha.

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Caminito:

O Caminito foi a nossa primeira parada no City Bus. Durante os posts sobre Buenos Aires que fui lendo, vi que muita gente odeia o lugar – é barulhento, cheio de turista, muitos vendedores espertinhos, batedores de carteira, etc, etc… Mas eu e o Douglas adoramos o lugar! Principalmente por causa das casinhas coloridas. É tudo muito artístico, como vocês vão ver nas fotos. Acho que a dica é ir mais cedo, sabe? Pra não pegar turistada e passear com calma.

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Planetário:

Nossa segunda parada foi o Planetário. Assim, o lugar é bem bonito, mas não tem muita coisa para fazer dentro dele. Creio que seja bem mais interessante de visitar de noite, li em algum lugar que ele fica todo iluminado.

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El Rosedal:

Dá para ir andando do Planetário até o Rosedal, um parque bem bonito. Tinham algumas flores, mas, como já estávamos no início do outono, creio que as flores não estavam na sua melhor forma. Mas foi lindo do mesmo jeito. Imagino como deve ser na primavera! *_*

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Palermo:

Palermo é um bairro lindo, cheio de lojas descoladas (e caras!), turistas, pessoas bonitas… A Feira de Palermo tem coisas bem bonitinhas e interessantes. Uma delas é a Frame. Descobrimos na feira e aproveitamos para comprar uma lembrança de Buenos Aires. Eles fazem kits com cinco fotos em uma moldura de polaroids, colocam pregadores de roupa e um barbante para você decorar a sua casa. Você pode tanto escolher das fotos que eles têm disponíveis quanto mandar as suas próprias fotos para o kit. Nós fizemos isso, selecionamos fotografias nossas no Instagram, mandamos por e-mail e eles nos entregaram pessoalmente. Os dois kits ficaram 210 pesos. Coloquei no meu home office aqui e ficou uma graça!

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Bartola:

Em Palermo, também há lugares incríveis para comer. Tinha visto a dica do Bartola no post da Ana Paula sobre Buenos Aires. E realmente: o lugar é uma gracinha! A decoração é fofa e dá vontade de ficar tirando foto lá dentro. Nós tomamos um ~café da tarde~ por lá, mas acho que o café da manhã parece uma ideia melhor. O Bartola serve como um ponto de partida para conhecer o bairro Palermo.

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Sheldon:

Sabe aquele tipo de coincidência feliz? Pois é, o Sheldon foi isso. Estávamos morrendo de fome, tínhamos andado bastante e nada de achar algum lugar interessante para almoçar. Até que passamos na frente do Sheldon, lemos o cardápio na porta e decidimos entrar. Foi tipo amor à primeira vista. A decoração do restaurante é maravilhooooosa! Do tipo “meu deus, quero morar aqui dentro!”. E a comida? Excelente! Recomendo, gente. O lugar deve ser super interessante à noite também.

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Monoblock Industry of Imagineering:

Pensem numa loja fofa. Multipliquem por 15. Essa é a Monoblock, que foi outra coincidência feliz. Estávamos indo embora quando paro na frente de uma loja com essa vitrine de apaixonar. Quando entrei, vi que eles têm canecas, quadros, cadernos, porta-copos, jogos-americanos e muito mais de artistas que eu adorava! Tipo a incríel Gemma Correll! Nem acreditei, hahaha. Queria levar a loja inteira. Acabei trazendo umas coisinhas que depois mostro por aqui. :)

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La Cabrera:

Não lembro aonde vimos a dica do restaurante, mas foi ótima. La Cabrera fica em Palermo também e tem a decoração bem bonitinha, com uns aviõezinhos no teto e tal. O Douglas estava com a camiseta do Metallica e, quando chegamos lá, o garçom falou que deveríamos ter ido na noite anterior, porque os caras da banda tinham jantado lá. E uns dias antes, tinha sido Red Hot Chili Peppers. Agora vocês pensam num timing péssimo, hahaha. Os atendentes são muito bem educados e solícitos. Os pratos são bem servidos e vêm com vááários acompanhamentos que um rapaz leva até a sua mesa e você escolhe. No final, ainda tem uma torre de pirulitos para a dose de doce diária. <3

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El Ateneo:

No dia que queríamos ir, estava uma infinidade de pessoas na porta, fazendo filas e mais filas que rodeavam o quarteirão. Não entendemos nada, né? Até que percebemos que todas estavam com um livro do Padre Edir Macedo. Pois é, pensamos WHATAFUCK? O cara deve ter ido lá para autografar seu ~novo livro~ e etc. Desistimos de ir naquele horário. Fomos passear e, quase no final do dia, voltamos lá e estava bem mais tranquilo. A livraria é incrível! Antes, era um teatro, e por isso essa arquitetura pomposa. Mesmo que você não vá comprar um livro em espanhol, vale a pena pelo cenário.

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Bond Street:

Se vocês conhecem a Galeria do Rock de São Paulo, vão pensar que a Bond Street é uma versão reduzida dela. Lá tem estúdios de tatuagem, lojas de discos, de camisetas de banda, de roupas engraçadinhas para crianças… Fica próxima da Livraria El Ateneo.

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Mercado de San Telmo:

Demos uma má sorte bem grande nessa viagem. Domingo, o único dia que tem a famosa feirinha de Sal Telmo, estava chovendo torrencialmente. Chegamos na feira e saímos ensopados. Muitas barracas não abriram, então não tinha tanta coisa interessante. Foi triste. :/ Aí descemos para o Mercado de San Telmo e eu também não achei lá essas coisas. Coisas velhas, mal cuidadas e caras. Nada que eu não tenha visto em outro lugar (tipo a Feira do Bixiga em Sampa). Sério, fico pensando o tanto de gente que guarda essas tranqueiras. :P buenos-aires-064buenos-aires-065buenos-aires-066

Galerias Pacífico:

Aproveitamos o dia chuvoso para conhecer lugares fechados. Galerias Pacífico é um shopping que fica no centro de Buenos Aires – que só vale pelo visual, porque não rola de comprar nada nas lojas… só grife de luxo. buenos-aires-067buenos-aires-068buenos-aires-069

Café Tortoni:

Um dos locais mais tradicionais de Buenos Aires. Um amigo do Douglas nos indicou para tomarmos café da manhã e vermos o show de tango de noite. Fomos pela manhã, comemos nossos churros com chocolate quente e buscamos saber do tango. Não é barato, é tipo uns 40/50 reais por pessoa, mas poxa, tá em Buenos Aires vai ver um tango, né?! É tipo ir pra Portugal e não comer bacalhau. Enfim, marcamos para a mesma noite. Saímos do Café, andamos por lugares que ainda não tínhamos conhecido, voltamos para casa, nos arrumamos, pegamos um taxi e voltamos para o Café. As mesas reservadas não são exclusivas. Nós dois dividimos a nossa com duas chinesas/japonesas/coreanas. Fiquei com pena delas tentando pronunciar os nomes dos pratos. :P O show é bem legal e durou pouco mais de uma hora.

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Teatro Colón:

Agora para tudo. Preciso falar com muito carinho desse lugar. O Teatro Colón recebe apenas visitas guiadas, mas ó, a nossa guia foi incrivelmente simpática e fofa conosco. Taí um ponto turístico incrível de se visitar, eu me senti em Paris de novo. Ou em Viena. Pagamos uns 150 pesos cada um, eu acho, e eles valeram muito a pena. Vocês vão ver pelas fotos. ;)

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Puerto Madero:

Deixamos para conhecer Puerto Madero no último dia, já que guardamos dinheiro para ir em um restaurante pomposo. Fomos de dia para já saber quanto iríamos gastar nesse almoço e depois deixar o resto do tempo para terminar de gastar o dinheiro que levamos. O lugar estava ventando bastante e eu não tinha me preparado para o frio… imagino como deve ser de noite – mais vento ainda. Ainda bem que fomos de dia, hahah.

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Cabaña Las Lilas:

O tal lugar que falei que tínhamos guardado dinheiro era esse: o Cabaña Las Lilas. Um dia de noite, fomos tomar umas cervejas e comer um pouco no Hard Rock Café (bem legal, mas super cheio) e conhecemos um casal de brasileiros. A moça falou tão efusivamente do Cabaña que decidimos que teríamos de ir comer no restaurante um dia. Mas ela já avisou: ele é bem caro – para os nossos padrões, pelo menos. No último dia, fomos almoçar lá como uma espécie de despedida de Buenos Aires.

E não estou sendo exagerada quando digo: foi a melhor carne que já comi na vida. E olha que experimentei bastante, haha. Na beira do rio, serviço de primeira, comida impecável. Não podia ser muito barato, né? Por isso, os quase 700 pesos que gastamos (tipo 175 reais para nós dois) valeram cada centavo. Numa viagem romântica, precisamos fazer uma estripulia, né? Pelo menos uma vez. Só de lembrar já fico triste que não tem uma Cabaña por aqui. :( #PleaseComeToBrazil Ah! E fica a dica-mór do restaurante: não peçam entrada. Além de trazerem vários petiscos, a carne ainda é monstra. Nós não pedimos entrada, só sobremesa, e quase saímos rolando de lá.

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Jardim Japonês:

Depois de comer tanto no Cabaña, fomos queimar as calorias. Andamos pelo Jardim Japonês, que é uma fofura de lugar. Ele fica perto do Rosedal e custa 32 pesos a entrada. Dentro, eles também possuem um restaurante japonês (que não experimentamos por motivos óbvios). É um ótimo local para fazer fotos lindas. Vi muita gente levando crianças para fazer piquenique.

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Cemitério da Recoleta:

E a nossa última visita em Buenos Aires foi no Cemitério da Recoleta, bem próximo do lugar que ficamos hospedados. Eu tenho um certo medinho de cemitérios, mas alguns são tão bonitos que não dá pra não visitar. Acabamos esquecendo de olhar o túmulo de Evita Perón no mapa (e o lugar é mais ou menos grande), então só andamos para ver o cenário mesmo.

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Informações básicas sobre a nossa viagem:

Hospedagem. Durante vários dias, pesquisamos preços em hostels e até achamos preços em conta, mas achamos que essa era uma ótima oportunidade para uma viagem mais romântica, afinal, era a nossa primeira internacional juntos. Então, achamos um studio bem fofo no bairro Recoleta pelo Airbnb. O lugar é exatamente como aparece na foto do anúncio, uma gracinha. Ele fica numa excelente localização, perto de duas ruas principais, mas sem a muvuca do centro. Fora que o bairro Recoleta é o mais charmoso de todos!

Passagens. Por sorte, a minha mãe tinha milhas o suficiente para pagar a minha passagem de ida e volta, então, sobrou mais dinheirinho para gastar. Se não fosse isso, acho que nem teríamos ido… Vida de estagiária e freelancer não é mole, não! Fomos de Gol, e foi bem tranquilo, apesar do tempo que precisamos esperar no aeroporto de Guarulhos na ida e na volta.

Câmbio. O real é mais valorizado que o peso argentino, ainda mais se você troca no câmbio paralelo. Na época que fomos, o real estava valendo 4,05/4 pesos. Trocamos com um taxista bem gente boa e confiável, que até nos ajudou a comprar os ingressos do Metallica. Por via das dúvidas, fomos olhar em outros lugares o preço do real e estava mais ou menos isso mesmo, então, trocamos tranquilamente com ele. Em frente à casa que ficamos, logo atravessando a rua, tinha uma casa de câmbio com um preço bom também. Levamos todo o dinheiro que tínhamos em notas. Estávamos morrendo de medo de sermos assaltados, hahaha, então espalhamos as notas pelo tênis, bolso, mala… Levamos 1.500 reais cada um para gastar lá em uma semana e foi mais que suficiente.

Idioma. Nós conseguimos nos virar com um portunhol. Os argentinos falam suuuuper rápido, então, na verdade, é mais complicado de entendê-los do que eles nos entenderem. Mas é tranquilo, não passamos grandes apertos por causa disso.

Mapa. Ó, vou dar duas dicas valiosas para qualquer viagem que vocês forem fazer – e que nos foram bem úteis. Ao fazer nosso itinerário, usamos o Maps Engine do Google para marcar os lugares, anotar horários, dicas de amigos e que vimos na internet e tudo mais. Eu deixo vocês verem o nosso mapa, hahaha. Assim que terminamos, passamos os pontos para o app City Maps2Go que o Douglas instalou no iPhone dele. O app tem versão gratuita e Pro, a gratuita já foi bastante útil para a gente, então imagino a Pro. O City Maps tem os mapas das cidades offline, logo, você pode consultá-lo sem a necessidade de 3G, wifi e etc. Nele, marcamos todos os pontos que tínhamos separado no Maps Engine do Google e, enquanto passeávamos pelas ruas, víamos o que estava mais perto da gente e íamos conhecer. Obrigada. De nada.

Transporte. Taxi, na maioria das vezes. Lá é muito barato, de verdade. Para não nos passarem a perna, sempre tínhamos o dinheiro trocadinho. Não demos notas de 100 pesos para eles, por exemplo. Ouvimos alguns casos de taxistas mal-intencionados, por isso não demos mole. Só pegamos carros com sinalização em cima e nas laterais da porta, que são mais seguros pelo jeito. Andamos duas vezes de metrô e foi bem confuso, entramos na plataforma errada e precisamos pagar as passagens de novo para ir para a certa. Enfim, ainda bem que lá o metrô é bem barato. Nas outras vezes, a pé! A cidade não é tão grande, dá para sair andando.

O lugar. Buenos Aires é um lugar bem tranquilo se você já está acostumado com a violência das grandes cidades brasileiras. Não passamos nenhum incômodo (exceto quando fomos apedrejados no City Bus saindo de La Boca – mas parece que isso é ~comum~). Fomos muito bem atendidos nos restaurantes e em algumas lojas, mas, claro, não foi unanimidade. Me irritei profundamente com o jeito que fui tratada nas lojas da Complot. Então, se vocês forem lá, já fiquem sabendo – cada vendedora mais cara de bunda que a outra. Ah! Buenos Aires é úmida, tá?! Não li essa informação em nenhum lugar e fui pega de surpresa. Para quem tem cabelos cacheados, essa é uma informação importante, hahahah!

Espero que tenham gostado da nossa viagem! Coloquei outras dicas também no Instagram. Se vocês quiserem dar uma olhada, todas as fotos estão sinalizadas com a hashtag #gabiembuenos. :)

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34 comentários

  1. Gaby 12 de maio de 2014
    às 11:06

    Achei seu post EXCELENTE Gabi (xará!). Nossa, muito completinho, especialmente a parte sobre os locais que visitaram. Obrigada por todas as dicas, amei!!

    1. Gabi 12 de maio de 2014
      às 18:08

      Obrigada, xará! <3 <3

  2. Ana Carolina Martins Zaguini 12 de maio de 2014
    às 15:30

    Arrasou no post. Já fui para bsa e fiz algumas coisas do seu roteiro, mas quero voltar para fazer outro tipo de turismo…ficar mais em palermo. Amei as dicas!

    1. Gabi 12 de maio de 2014
      às 18:09

      Parlermo é amor, né Ana? Uma gracinha mesmo!

  3. Layse 12 de maio de 2014
    às 17:53

    Por favor, queria saber o valor que vocês gastaram nessa viagem TIRANDO AS PASSAGENS. Gostei muito do post!

    1. Gabi 12 de maio de 2014
      às 18:07

      Obrigada, Layse! A informação está no post. :)
      Beijo!

  4. Leticia 12 de maio de 2014
    às 18:40

    Como assim, “apedrejados”? Fiquei curiosa, hahaha Lindo post, fotos incríveis, deu mais vontade ainda de conhecer a cidade, mesmo correndo o risco de ser apedrejada… hahahaha

    1. Gabi 12 de maio de 2014
      às 20:08

      Letícia, você acredita nisso? Hahah. Nós estávamos no segundo andar do City Bus, na parte que é aberta. Saímos de La Boca em direção ao Puerto Madero. Ao passar por um bairro mais pobre (a região de La Boca e do estádio La Bombonera é assim), uns cinco meninos começaram a jogar pedra no ônibus. Não me acertaram e nem cheguei a ver o tamanho das pedras, mas faziam um belo barulho. Olhei pra um deles e ele começou a fazer uns gestos obscenos e tal. O guia do ônibus subiu para ver se alguém tinha se machucado e pronto. Acho que eles devem estar acostumados com isso. Meu namorado leu em um blog que isso era comum, então nem foi uma surpresa pra ele. Juro que fiquei com medo, imagina, ir ao hospital em um país que não é o seu? Bom, durante a viagem inteira, esse foi o único contratempo. Não tivemos problemas, de verdade – mas também não demos mole, haha. :)

      Beijo!

      1. Leticia 16 de maio de 2014
        às 18:13

        Gente, que coisa! hahahaha Já tava achando que era por conta de serem brasileiros, mas pelo menos isso “comum” lá… muita gentileza sua responder, bjos!

  5. Chris 13 de maio de 2014
    às 20:53

    BsAs, muito amor e muita saudades do bife de chorizo haha. Lindas as fotos!!

    Tinha lido isso das pedras, que droga que vcs presenciaram. Maasss por outro lado levei o golpe do taxista que diz que vc entregou a nota errada. Fiquei tao puta pq até entao estava tudo perfeito, que xinguei e sai do taxi. hahaha.

    1. Gabi 13 de maio de 2014
      às 22:18

      Hahaha, nossa, Chris, estávamos com muita cautela ao lidar com os taxistas. Vai que, né? Não queríamos passar stress com eles, hahaha.

  6. Nina 13 de maio de 2014
    às 21:30

    Adorei acompanhar via Instagram boa parte da tua viagem. Principalmente alguns mimos que tu encontrou pelo caminho e as livrarias/bibliotecas que visitou. De fato, é uma cidade belíssima e com um turismo excelente. Das viagens que sonho em fazer pela América do Sul, Buenos Aires está no roteiro.

    Abraços.

    1. Gabi 13 de maio de 2014
      às 22:18

      Você iria adorar a El Ateneo, Nina! Uma graça <3

  7. Lívia 15 de maio de 2014
    às 11:27

    Oi Gabi! Pretendo fazer essa viagem em setembro e vc não imagina o quanto me ajudou! Amei o post! Super completo e ótimas dicas!Na verdade te acompanho há algum tempo,o seu blog me inspira mto! Ainda mais por sermos conterrâneas!hehehe!Bjo!

    1. Gabi 15 de maio de 2014
      às 21:50

      Que bom, Lívia! Fico feliz que foi útil para você! <3

  8. Bárbara 15 de maio de 2014
    às 13:31

    Gabi, não sei se você já falou aqui.. Mas, qual câmera fotográfica você usa? Amei as fotos!

    1. Gabi 15 de maio de 2014
      às 21:51

      Oi, Bárbara! Uso uma Canon T3 com a lente que veio nela. Nada de mais. Somos nós que fazemos as fotos, e não a câmera. ;) Beijo!

  9. Suzana 15 de maio de 2014
    às 15:23

    AMO posts de viagens com muuuuitas fotos! E que monte de fotos lindas, Gabi! Qual câmera você usa? E ah, todas as dicas vão ser anotadas pra quando eu tiver a oportunidade de conhecer Buenos Aires hehe. Beijos.

    1. Gabi 15 de maio de 2014
      às 21:52

      Obrigada, Suzana! A minha é uma Canon T3 com a lente 18-55mm, que já vem com a câmera. Beijo!

  10. BA MORETTI 18 de maio de 2014
    às 21:24

    quanto lugar lindo pra se conhecer :) e pra variar saindo daqui com fome depois dessas fotos viu

  11. Monica 27 de maio de 2014
    às 08:52

    Faz um mês que fui pra lá, e seu post me deixou MORRENDO de saudades! Também fui no La Cabrera e pedi uma massa lá, é muito bom! E El Caminito? Que lugar fofo, né? Fiquei hospedada em Palermo, e compensou demais! Todas as baladas, bares e restaurantes eram por lá, então foi bem tranquilo para se locomover!
    Também estou postando dicas no meu blog, se você quiser dar uma olhada: http://www.gemeasescritoras.com/search/label/Buenos%20Aires
    PS: Eu adoro o seu blog, conheci esses tempos e vi todas as páginas! Adoro as suas viagens!
    Beijos!

  12. Marina 27 de maio de 2014
    às 16:35

    Gabi, post bom demais!!
    Esse taxista que você falou tinha preço melhor que o da casa de câmbio??
    Estou vendo de fazer câmbio e traslado com ele, mas como estou fazendo uma viagem econômica preciso ver se vale a pena trocar todo o meu dinheiro com ele.
    Beijão

    1. Gabi 27 de maio de 2014
      às 18:13

      Oi, Marina!
      Casa de câmbio oficial sempre puxa o preço para baixo. Você precisa nivelar a sua viagem pelo câmbio paralelo. O taxista estava na média mesmo, uns 2 ou 3 centavos a menos, só. Nós trocamos todo o nosso dinheiro com ele. Achamos mais seguro que trocar na rua e sair andando com o dinheiro por aí.

      1. Marina 28 de maio de 2014
        às 10:28

        Poxa, Gabi, obrigada!!!
        Vou acabar fazendo traslado e câmbio com ele então!!!
        Beijão

  13. Renilda Cruz 22 de junho de 2014
    às 16:01

    Ultimamente comecei a pesquisar um pouco mais sobre argentina em busca de dicas para viajar com mais segurança. Post bem completo como ainda não tinha visto, cheio de detalhes essenciais pra quem vai viajar.

    Parabéns

  14. Susany Oliveira 6 de janeiro de 2015
    às 20:28

    Minha primeira viagem vai ser pra la, fico sempre de olhos nos blogs falando sobre Buenos Aires. Vou anotar as dicas kkk.bjs

  15. Paula Ferraz 29 de junho de 2015
    às 14:52

    Gabi, achei seu post super válido!
    Mas tenho uma pequena dúvida: você teve que comprar chip para o celular? Pra ter internet e tal?

    Obrigada!

    1. Gabi Barbosa 29 de junho de 2015
      às 15:38

      Oi, Paula! Não, não comprei. Nós usávamos a internet só quando conseguíamos wifi mesmo. Não vimos necessidade de comprar, já que iríamos ficar pouco tempo.

      1. Paula Ferraz 30 de junho de 2015
        às 09:21

        Ah, entendi. Acho que não vou comprar então, já que fico só uma semana. Posso abusar e fazer outra pergunta? Vocês trocaram todo o dinheiro lá, ou trocaram alguma coisa aqui no Brasil?

        Bjs!

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