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Paris: Museu do Louvre, Museu D’Orsay, Museu de Rodin e L’Hôtel des Invalides

A sequência de museus desse post foi feita especialmente para mostrar como é útil comprar um Paris Museum Pass (veja mais no post anterior). Em todos os lugares abaixo, evitamos as filas gigantes e passamos na frente de todo mundo. Acredite, as filas são realmente grandes.

Paris tem museus em cada esquina (veja a lista completa). Muita coisa para ver, para conhecer e para aprender. Nunca é demais, né?! Visitar museus pode ser o programa que você mais goste ou mais odeie no mundo, mas alguns lugares em Paris não podem ser simplesmente dispensados ou ignorados. Mesmo levando em conta a quantidade exorbitante de pessoas. A questão é relaxar e se deixar levar pelas pinturas e escultura dos mestres.

O Louvre tem, sem dúvida, a maior fila do mundo. Exagero? Não é. A fila é realmente quilométrica. Imagina a felicidade dessa que vos fala quando descobriu que poderia passar na frente de todas aquelas pessoas apenas com o Museum Pass? Foi um grande alívio e fiquei saltitando por horas. O Museu ficou até mais interessante… hehehe!

Uma coisa é certa: o Louvre é gigantesco e você nunca conseguirá conhecê-lo todo em apenas um dia. Por isso, imagino duas soluções. A primeira é ir a algum setor que você queira muito visitar e se aprofundar no assunto. A segunda opção é ir andando, conhecendo de tudo um pouco, focando apenas nas obras mais conhecidas. Ficamos 5 horas no Museu e só conseguimos ver 1/3 do que ele oferece. Por isso, vá preparado para andar muito.

Para mim, o imperdível foi ver a Vênus de Milo e a Vitória de Samotrácia. A primeira não estava tão rodeada por pessoas nem dentro de uma redoma de vidro, ao contrário da Mona Lisa de Leonardo Da Vinci. O que me deixou impressionada, porque acho a Vênus tão magnífica quanto a Mona Lisa (pois é, nem consegui chegar perto da Mona…).

Dica: Vá aos aposentos do Rei Napoleão III (Ala Richelieu). Essa parte do Museu tem um horário diferente do restante, por isso, fique atento às mudanças. Vale muito a pena ver o quão incrível eram as decorações, os quartos, os utensílios, as pinturas. A riqueza de detalhes é impressionante!

O Museu d’Orsay foi instalado em uma antiga estação ferroviária, a Gare d’Orsay (eles ainda mantém o relógio da estação). Ele é tão impressionante por dentro quanto é por fora. Infelizmente, o pessoal do Museu não permite fotos, por isso, fiz apenas estas. Uma pena, pois o lugar abriga tantas obras lindas! São pinturas e esculturas da arte ocidental feitas entre 1848 e 1914. Artistas como Van Gogh, Monet, Toulouse-Lautrec, Rodin, Gauguin, Manet, Degas e Renoir estão presentes no Museu.

Dica: O Museu contém uma ala especial para os impressionistas. Eu, como fã do movimento, fiquei babando nas obras de Monet, Manet e Degas. Imperdível!

O Museu de Rodin não é tão grande quanto os anteriores mas é realmente bonito. A decoração interna é deslumbrante, principalmente quando observamos os detalhes, tipo os tetos e as portas. O Museu, antigamente, era um hotel, o Hôtel Biron, onde Rodin usou como sua oficina durante algum tempo. Ele tem um jardim tão encantador! Dá vontade de tirar fotos de cada florzinha que aparece. *_*

Dica: Coloque na sua lista de visitas do dia o Museu de Rodin no mesmo dia que o Hôtel des Invalides. Os dois ficam realmente muito próximos, dá para ir andando!

Bem pertinho do Museu de Rodin, fica o Hôtel National des Invalides (Palácio dos Inválidos), também conhecido como Musée de l’Armée (Museu do Exército). A construção é linda e a cúpula dourada é vista de vários pontos da cidade. A primeira parte do Museu tem um apanhado muito completo de todos os tipos de uniformes militares e de artilharia, tanto ocidentais como orientais. É realmente uma aula de história francesa e mundial. Se for a Paris, esse é um dos museus que mais recomendo a visita. Fiquei de boca aberta com o acervo. A segunda parte (a da cúpula dourada) é um lugar importantíssimo para a França: abriga o corpo de Napoleão Bonaparte. O caixão, se podemos dizer assim, é enorme e fica logo abaixo da cúpula.

Dica: Apesar de ter ficado embasbacada com o Museu, não recomendo o café que eles mantém lá. Principalmente porque não é um café, parece mais uma lanchonete pegue-pague. Se quiser comer alguma coisa rápida, tudo bem. Mas se usufruir da gastronomia francesa é um dos seus objetivos na visita, este não é o lugar certo.

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2 comentários

  1. Valdir De Souza Bomfim 6 de setembro de 2011
    às 14:37

    Tenho de voltar, o quanto antes

  2. Valdir De Souza Bomfim 6 de setembro de 2011
    às 14:38

    Tenho de voltar o quanto antes